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Retirado do Conversa Afiada.

O Conversa Afiada recebeu de um amigo leitor este esclarecedor e-mail:

Explicando a crise dos EUA de maneira caseira.

O seu Benê tem um bar, na Vila Capanema, e decide que vai vender cachaça ‘na caderneta’ aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados. Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).
O gerente do banco do seu Benê, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.
Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer. Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Benê). Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.
Até que alguém descobre que os bebum da Vila Capanema não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Benê vai à falência.
E toda a cadeia vai pro saco…

Em tempo: o prefeito de Vila Capanema resolveu colocar US$ 850 bilhões no negócio para não deixar fechar nem o alambique nem o boteco.”

Aeeeee! Explicação da crise sem falar economês!

Ah, eu nunca aprendi economês! Nem com o Neivaldo!!!

Enfim, luzes eternas…

Autora Convidada!

Bonitinho, né? Pois é, algum tempo atrás, meu amigo Yanes me chamou para escrever um texto para colocar no blog dele. E, só ontem, consegui mandar. Tinha-o escrito para colocar aqui, mas no fim achei melhor mandar para ele.

Vocês podem lê-lo aqui.

E acho que devo fazer um adendo: o texto tem caráter herége. Não foi escrito com esta intenção, ao menos, mas tornou-se…

Fui criada para ser uma boa cristã católica apostólica romana. Mamãe ensinou-me direitinho o Pai-Nosso e a Ave-Maria, levou (pouco, mas o suficiente) à missa, papai me deu um terço, vovó meu deu uma medalha de São Bento (muito tempo passou para substitui-la pela pedrinha amarela que a mesma vó me deu e que coincide com uma pedra amarela de uma certa andarilha), fiz Primeira Comunhão e faço minhas orações todas as noites (à la Andréa, mas o faço! Vide os oferecimentos de cerveja à Deus)

Mas mamãe também me ensinou uma coisa importante: ter minha própria opinião. Acho que ela se arrepende um pouco, mas tenho certeza que é só quando eu vou contra a opinião dela.

Só que ela esqueceu de me ensinar que dogmas não são para serem questionados. Aprendi um tanto tarde. Nunca fui censurada, mas a vida mostra tudo, não guarda segredos. Logo, comecei a ter um pensar livre sobre a crença ensinada por mamãe, papai, avós e afins.

Não houve nenhum questionamento profundo, nada que mudasse radicalmente minha vida, mas muita coisa que eu questiono está no texto. Que, na verdade, é uma livre adaptação da oração Credo.

Eu mesma fiquei surpresa com o que escrevi. Muito. Quem lê a Apocrypha sabe que eu não sou de ousar. Mas já que eu o fiz, e pela primeira vez, achei que seria ideal para o blog do Yanes. Mesmo que soasse ácido, ofensivo e pertubador.

Tenho poucas crenças nessa vida. Creio em mim, no meu amor pelo meus amigos (nessa, incluo minha família. Se não fossem meus amigos, de que valeria ter o mesmo sangue?), creio no amor dos meus amigos. E creio tanto que Deus me ama que eu tenho certeza que isso não o ofenderá. E não uso letras maiúsculas, a não ser no nome que mamãe me ensinou. Porque minha crença em Deus não é aquela que me ensinaram. É uma totalmente pessoal, que permite que eu brigue com ele, como eu brigo com meus amigos. Amo Deus como amo meus amigos. Simplesmente porque ele está aqui, do meu lado. Como está do lado de todo mundo que eu amo. Mesmo que estes sejam ateus.

Aliás, contradizendo-me, acredito que ele não seja onipresente. Afinal, tem muita gente só neste mundo.

Aliás, acho que ele não tá aqui para fazer as coisas para a gente. Nós temos a vida, cabe-nos cuidar para que ela faça acontecer.

Isso ficou bonitinho!

Luzes eternas, meus amados!

Saint Hyoga

É, é Saint Seiya, mas como dizia o Saga, Hilda, Éris, Abel, Durval, Poseidon, Kanon, Hades, muito cavaleiros de Prata, Ouro, Deuses, etc:

Moooooooooorra, Seiya!

Não conheço ninguém que gosta do Cavaleiro de Pégasus. A não ser a Saori. E a Milo. E a Shina. E a Seika. O resto deseja que o Seiya MOOOOOOOOOOOORRA!

E que fofo! Acabei de ver o cavaleiro mula morrer! *___* Oh my, oh my, oh my god! OMG!

Está no YouTube as duas OVA’s da fase Campos Elísios da Saga Hades dos Cavaleiros do Zodíaco. E eu acabei de ver! Sem a professora perceber, é claro! De 1994 até o momento, só tinha visto: Saga Santuário, Saga Asgard, Saga Poseidon, OVA da Éris, OVA do Abel, OVA do Durval, Prólogo do Céu, Saga Hades Fase Santuário e morte dos Cavaleiros de Ouro na Fase Inferno.

E tinha gente que acreditou que Arquivo X era o pior que poderia vir de mim! Rrá!

Finalmente acostumei com a estética da Saga Hades. Era tão estranho ver a Fase Santuário, com todos seus belos efeitos! Afinal, Cavaleiros sempre foi um animê rústico mesmo, frame a frame. Era poético! Por isso, demorei para acostumar com a agilidade que o computador confere.

Mas tá da hora! Curti mesmo! Yeaaaaaah!!! O Seiya morreu!!!

Um mundo de luz para vocês!

Salve e buenas! Segue abaixo o e-mail que a Denise, um dos meus anjos, mandou sobre a situação em que se encontra o prédio do curso de Artes Cênicas. Detalhe: o prédio foi inaugurado há 5 meses!
“Olá queridos amigos, colegas e companheiros de trabalho, venho por meio desde informar os últimos acontecimentos ocorridos do prédio do curso de teatrao da UFMG.
Bom, nesta quarta-feira (17/09/2008) a natureza mostrou todo seu poder e revolta durante 30 minutos de chuva de granizo (dos bem grandes, sendo registrados granizos de até meio kilo na região de Belo Horizonte). Foi tempo suficiente para mostrar a precariedade do prédio onde estudamos, um prédio novíssimo com 4 ou 5 meses de inauguração, cujo no primeiro mês criou rachaduras enormes em duas salas. o telhado de amianto foi quebrado pelo impacto do granizo, e depois o “gesso” que ficava no teto dissolveu criando as primeiras inundações na salas superiores. as paredes eram verdadeiras cascatas de água que começaram a destruir as salas e todos os equipamentos eletronicos da sala dos professores, os alunos e funcionários fizeram um trabalho deseperador para retirar desses salas o que fosse possível, colocando em uma sala menos molhada. as salas da parte inferior também foram afetadas e vários alunos tentaram salvar partes de alguns cenários que estavam sendo enxarcados, colocando em salas livres de água. o teto do banheiro feminino rompeu e alagou tudo. as salas que ficaram livres de água foram, a sala da ABRACE; a sala do figurino ( graças a Deus, pois tinha muito figurino, equipamento de som e luz) mas um vidro foi quebrado pelo granizo; a sala de circo; e a sala ao lado da de circo, pra onde foram os cenários que corriam mais risco de estragar com a água.
fomos informados de que deveríamos evacuar o prédio, pois havia risco desabamento. foi o que todos fizemos. muitos colegas e professores com carros e motos estragados e todos com cara de choque!
essa semana não teremos aula até saber o que vai acontecer conosco.
esperamos que agora a universidade e os responsáveis pela obra reavaliem a situação que sempre nos encontramos na UFMG, sempre com um certo descaso para o nosso curso.
Agora o jeito é recomeçar!
tem muito aluno querendo formar e tenho certeza que todos irão ajudar, nem que minimamente, na organização das coisas que ficaram no prédio.
se alguém tiver alguma novidade, de pra onde vamos? o que faremos? e tudo mais, avise pra quem puder.
Obrigado a todos!!!
bjs.
Denise (Miss).”
Assim, que eu tiver o link do YouTube com o vídeo da inundação, eu posto aqui!
Luzes eternas…

Sábado tem Rogério Skylab no Centro Cultural Vergueiro em São Paulo, às 18h.

Maiores informações, aqui.

E, para ilustrar este glorioso momento, uma música que fez parte da minha infância e que, até a Virada Cultural de 2007, eu não sabia que era tão, tão… ah, leiam!

Rogério Skylab – Matador De Passarinho

Aqui tem João-de-Barro, Pintassilgo, Pinta-roxo,
Pica-pau e Colibri
Aqui tem Canário-belga, Araponga, Açum-preto,
Curió e Bem-te-vi
Aqui tem tanta Andorinha, Cambaxirra, Quero-quero,
Rouxinol e Juriti
Que servem de tiro ao alvo
Para espantar o tédio
E o vazio do existir

Pow, pow, pow!

Matador de passarinho,
Matador de passarinho,
Matador de passarinho,
Matador de passarinho

Tico-tico quando voas,
Tico-tico tu pareces um teco-teco no ar
Tico-tico quando cantas
Me lembro da minha infância,
Feriado em Paquetá.
Tico-tico tão arisco, tico-tico tu beliscas
Uns grãozinhos de fubá
Tico-tico me perdoa mas me vem um vontade,
Não posso me segurar

Pow, pow, pow!

Matador de passarinho,
Matador de passarinho,
Matador de passarinho,
Matador de passarinho

Beija-flor de flor em flor
Beija-flor tu és o rei
Beija-flor te quero bem
Beija-flor se tu soubesse
Beija-flor ah! Se eu pudesse
Beijaria a flor também
Beija-flor tu vais levando
Numa nuvem cor de rosa
Grãos de pólen para quem
Beija-flor tu és tão lindo
Mas chegou a tua hora
Não beijarás mais ninguém

Pow, pow, pow!

Matador de passarinho,
Matador de passarinho,
Matador de passarinho,
Matador de passarinho,
Matador de passarinho,
Matador de passarinho,
Matador de passarinho,
Matador de passarinho

sites

http://veredaestreita.org/ – blog do mocinho de turismo que fez a disciplina da Roseli comigo

http://home.kc.rr.com/slyon/por/01.html – O Pequno Principe
http://www.pnll.gov.br/ – projeto nacional de incentivo à leitura

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