Categoria: Devaneios


Are you the expert?

Há um episódio de Arquivo X (Lord of the Flies, ou O Senhor das Moscas – 9a Temporada) em que há umas cenas engraçadas em meio às mortes misteriosas que envolviam insetos. Quando John e Monica chegam para investigar, o médico pergunta-lhes:

- Vocês são os especialistas?

Afinal, são eles os agentes responsáveis pela tal sessão Arquivos X, que investiga fenômenos sem explicação. Logo, seriam especialistas que diriam como diabos moscas surgiriam do nada e detonariam a caixa craniana daquele desmiolado que era o cadáver!

Bem, John e Monica não entendem bulhufas e pedem ajuda aos universitários: Agente Scully (que refaz a autópsia) e um entologista chamado Rocky. ( Talvez seja vingança ao “O nome dela é Bambi?” de Guerra das Baratas, War of Coprophages – 3a Temporada. Assim como há clima de affair entre Mulder e Bambi, há entre Scully e Rocky, mas Rrá! Scully já tá com o Mulder =P e Rocky entra com a bunda e Dana com o pé).

E a parte mais engraçada, sem dúvida, é quando o patologista pergunta desesperadamente para ambos:

- Vocês são os especialistas?

Enfim, o que me anda enchendo as paciências ultimamente é o excesso e falta de especialistas, focando a raiva para o caso do cativeiro de Eloá pelo namorado, Lindembergue. Apesar de ter um acompanhamento dia-a-dia ao invés de segundo a segundo como a internet e os canais de televisão forneceram, consegui compreender o maior problema do caso.

Polícia despreparada? Sim! Mas isso não é o mais importante. Qualquer pessoa, santo cristo, é despreparada para aquela situação. Poderiam ter chamado psicológos para conversar com o cara, diminuir a exposição do caso, invadido o apartamento, colocado atiradores de elite, não deixado a Nayara voltar para o cativeiro, chamado a puta que os pariram, etc.

Mas, não importa o que fizessem, o caso terminaria em tragédia. Se a polícia tivesse invadido o apartamento antes e matado Lindembergue, a mídia cairia em cima porque, coitado! ele amava a garota e queria ficar com ela, apesar das porradas que deu nela durante o cativeiro. Isso sem contar o fato de serem de origem humilde, pobres etc. (eu não sou esquerdista, muito menos direitista! Eu, apenas tenho coração).

Se tivessem entrado e matado todos, hehe, preciso continuar?

Se tivessem colocado um atirador de elite, o mesmo para o caso da invasão.

Não havia um psicólogo na cena do cativeiro, mas eles pipocaram nos canais de televisão (vale citar o caso da Sônia Abraão: seqüestrador e seqüestrada falaram AO VIVO pelo telefone com a apresentadora, enquanto um pseudo-psicólogo dizia que esperava um final feliz, “com o casamento de Eloá e Lindembergue”).

Não houve ninguém para coordenar a invasão do apartamento, mas novamente pipocaram especialistas para dizerem onde a Polícia errou. Inclusive, no Fantástico!

Há até o movimento feminista criticando o comandante que evitou a invasão porque aquilo “era um caso de amor” e que tomou esta decisão por machismo, pois a mulher é posse do homem!

Não estou julgando se houve erros ou não. Só questiono onde diabos estavam os malditos especialistas para evitar uma tragédia que eles dizem ser evitável! Porque diabos eles não estavam lá, na hora. Por que é mais fácil julgar os atos dos outros ou ter colhões para tomar as decisões? (citando Scully)

Luzes eternas…

Da irrealização do debate da Globo

Os leitores devem achar que eu persigo a Globo ou que eu sou paranóica. Afinal, essa história de mídia manipuladora mais parece episódio de Arquivo X. Será?

O texto abaixo é do candidato à prefeitura de São Paulo pelo PSOL, Ivan Valente. Mas, como eu ouvi a declaração que a Rede Globo fez sobre a anulação dos debates, tenho certeza que é uma resposta pertinente a todos os candidatos.

Limitação à liberdade de imprensa não é escolher quais candidatos participarão de um debate; é você privar os candidatos de mostrarem suas metas, sendo que estes debates são realizados justamente para mostrar as propostas dos candidatos.

Eu não vou votar no PSOL, aliás eu anulo o meu voto. Sou muito desiludida com a política. Acredito mais na força transformadora dentro das pessoas. Somos todos nós nossos próprios heróis.

A TV Globo e o veto à democracia no processo eleitoral

A TV Globo decidiu, nesta terça-feira (30), não realizar, no primeiro turno, debates entre candidatos às eleições municipais em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Fortaleza. Alegou “restrições eleitorais” e, em São Paulo, acusou os candidatos que não assinaram o acordo de inviabilizar o debate. Divulgou à imprensa uma nota em que se disse constrangida pela lei eleitoral e mentiu ao afirmar que a nossa candidatura se beneficiou “do critério de cobertura proposto a todos os candidatos”. Trata-se de uma peça de ficção, que deve ser repudiada pela sociedade paulistana.

É preciso esclarecer os fatos à população:

• A lei eleitoral brasileira determina que todos os candidatos de partidos com representação na Câmara dos Deputados sejam convidados para os debates televisivos. Canais de TV são concessões públicas. Devem, portanto, ser regidos pelos princípios constituintes da República Federativa do Brasil. A democracia nos processos eleitorais é um deles.

• Desde o início da campanha eleitoral, a TV Globo vem procurando os partidos políticos para propor um acordo, de forma a se desobrigar do cumprimento da lei eleitoral. Desde o início, recusamos qualquer forma de compensação, por a entendermos antidemocrática e reafirmarmos a importância da igualdade de espaço numa disputa eleitoral.

• Aos candidatos que eventualmente aceitassem não participar do debate, a emissora ofereceu “formas de compensação”:
1. uma entrevista de um minuto e meio (1’30”) no estúdio da emissora. Os cinco primeiros colocados nas pesquisas tiveram, numa primeira rodada, cinco minutos (5’).
2. uma entrevista de dois minutos (2’”) no estúdio da emissora. Os cinco primeiros colocados nas pesquisas tiveram, na segunda rodada, oito minutos (8’).
3. na semana do debate, uma entrevista no “Bom Dia São Paulo” e uma no “Antena Paulista”.

Ou seja, até sua suposta “compensação” se daria de forma antidemocrática, porque os demais candidatos já seguiam em ampla desvantagem na cobertura em função do arbítrio da emissora. Não aceitamos qualquer acordo e, em nenhum momento durante toda a campanha eleitoral, estivemos presentes nos estúdios da TV Globo.

• A cobertura de agenda dos candidatos também foi desigual. Enquanto os quatro primeiros colocados nas pesquisas tiveram suas agendas cobertas diariamente, os demais candidatos entravam numa espécie de “rodízio” definido pela TV Globo. Cada dia, apenas um deles a mais era coberto pela reportagem da Globo – mesmo assim, com tempos de divulgação extremamente discrepantes.

• A análise, altamente subjetiva, de que debates entre mais de cinco candidatos “não são proveitosos” não encontra qualquer justificativa concreta. Tanto que as TVs Bandeirantes e Record, em parceria com as emissoras de rádio de seus grupos, realizaram três debates durante esta fase eleitoral, sem qualquer prejuízo – muito pelo contrário – à informação de seus telespectadores e ouvintes.

Fica claro, portanto, que nossa candidatura não se “beneficiou” de nenhum critério de cobertura proposto aos candidatos. Ao divulgar tal nota pública, a TV Globo busca enganar a população paulista. Afirma que sua liberdade de imprensa foi limitada, quando na verdade a opção editorial da emissora é que foi autoritária, ao desrespeitar o livre e igualitário debate de idéias entre os candidatos. Para a Globo, sempre prevalece o critério comercial, visando o lucro, e não o interesse público e a democracia.

Sua afirmação de que “a imprensa deve cobrir o que é notícia”, alegando que aqueles que “ganham densidade eleitoral são naturalmente mais bem cobertos, crescem nas pesquisas e asseguram um lugar nos debates”, joga na lata do lixo as regras do jogo democrático construídas pelo nosso Parlamento e aplicadas pela Justiça Eleitoral.

Sabe-se, inclusive, que numa sociedade mediada pelos meios de comunicação em massa, a diferença na exposição dos candidatos na TV durante o processo eleitoral é responsável por mudanças na intenção de votos do eleitorado. Portanto, o candidato que não tem sua imagem veiculada – ou que a tem em situação de desigualdade em relação aos demais -, sobretudo quando se trata de um partido novo, mas respeitado, como o PSOL, não crescerá “naturalmente” nas pesquisas. Pelo contrário, a desigualdade na exposição dos candidatos é um acelerador das distâncias entre as candidaturas.

O lugar no debate eleitoral veiculado por uma concessão pública não é assegurado por uma corrida eleitoral extremamente dinâmica, muito menos com base em pesquisas eleitorais cujas margens de erro chegam a 3%. Tal lugar é garantido porque vivemos num país que acredita que a pluralidade de idéias e sua mais ampla exposição no processo eleitoral são fundamentais para a construção da democracia brasileira. Isso sim é valioso para o eleitor fazer sua escolha. Afinal, é no debate eleitoral – muito mais do que no próprio horário gratuito – que o real confronto de idéias, essencial para a escolha do eleitoral, se faz presente.

Ao tentar insistentemente excluir do debate a participação de candidaturas garantidas por lei, a TV Globo presta um enorme desserviço ao povo de São Paulo. Protagoniza mais um capítulo antidemocrático em sua história e recorda suas velhas relações com a ditadura militar. Prefere negar o debate público e, ao cidadão, a possibilidade de conhecer em maior profundidade os diferentes projetos em disputa na cidade. E, pior, o faz acusando três candidaturas e colocando-se numa posição de vítima das restrições eleitorais.

A TV Globo não está impedida de realizar o debate entre os candidatos. Esta é a sua vontade e a sua opção, ao seguir tratando informação como mercadoria. Não há restrição jurídica, e sim mercadológica. As concessões públicas precisam responder às regras da democracia brasileira e não serem apropriadas ao bel prazer e interesse privado das empresas concessionárias. O maior prejudicado neste processo não é a TV Globo, e sim, obviamente, o eleitor paulistano.

São Paulo, 30 de setembro de 2008.
Ivan Valente
Coligação Alternativa de Esquerda para São Paulo

Luzes eternas…

Células Tronco

USP cria 1ª linhagem de células-tronco humanas no País

Cientistas da Universidade de São Paulo (USP) produziram a primeira linhagem de células-tronco embrionárias humanas do Brasil. As células foram obtidas de embriões que estavam congelados em clínicas de fertilização in vitro e que foram doados para pesquisa com a autorização dos genitores.

É o primeiro resultado prático obtido no Brasil desde a legalização das pesquisas com embriões humanos, em 2005, pela Lei de Biossegurança – que foi questionada na Justiça e reconfirmada em maio pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Até agora, mesmo com a autorização legal, como não havia linhagens produzidas no País, pesquisadores brasileiros interessados em trabalhar com células-tronco embrionárias humanas eram obrigados a importar linhagens congeladas de laboratórios estrangeiros. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.”

Depois faço meus comentários.
Fonte: Yahoo!

Autora Convidada!

Bonitinho, né? Pois é, algum tempo atrás, meu amigo Yanes me chamou para escrever um texto para colocar no blog dele. E, só ontem, consegui mandar. Tinha-o escrito para colocar aqui, mas no fim achei melhor mandar para ele.

Vocês podem lê-lo aqui.

E acho que devo fazer um adendo: o texto tem caráter herége. Não foi escrito com esta intenção, ao menos, mas tornou-se…

Fui criada para ser uma boa cristã católica apostólica romana. Mamãe ensinou-me direitinho o Pai-Nosso e a Ave-Maria, levou (pouco, mas o suficiente) à missa, papai me deu um terço, vovó meu deu uma medalha de São Bento (muito tempo passou para substitui-la pela pedrinha amarela que a mesma vó me deu e que coincide com uma pedra amarela de uma certa andarilha), fiz Primeira Comunhão e faço minhas orações todas as noites (à la Andréa, mas o faço! Vide os oferecimentos de cerveja à Deus)

Mas mamãe também me ensinou uma coisa importante: ter minha própria opinião. Acho que ela se arrepende um pouco, mas tenho certeza que é só quando eu vou contra a opinião dela.

Só que ela esqueceu de me ensinar que dogmas não são para serem questionados. Aprendi um tanto tarde. Nunca fui censurada, mas a vida mostra tudo, não guarda segredos. Logo, comecei a ter um pensar livre sobre a crença ensinada por mamãe, papai, avós e afins.

Não houve nenhum questionamento profundo, nada que mudasse radicalmente minha vida, mas muita coisa que eu questiono está no texto. Que, na verdade, é uma livre adaptação da oração Credo.

Eu mesma fiquei surpresa com o que escrevi. Muito. Quem lê a Apocrypha sabe que eu não sou de ousar. Mas já que eu o fiz, e pela primeira vez, achei que seria ideal para o blog do Yanes. Mesmo que soasse ácido, ofensivo e pertubador.

Tenho poucas crenças nessa vida. Creio em mim, no meu amor pelo meus amigos (nessa, incluo minha família. Se não fossem meus amigos, de que valeria ter o mesmo sangue?), creio no amor dos meus amigos. E creio tanto que Deus me ama que eu tenho certeza que isso não o ofenderá. E não uso letras maiúsculas, a não ser no nome que mamãe me ensinou. Porque minha crença em Deus não é aquela que me ensinaram. É uma totalmente pessoal, que permite que eu brigue com ele, como eu brigo com meus amigos. Amo Deus como amo meus amigos. Simplesmente porque ele está aqui, do meu lado. Como está do lado de todo mundo que eu amo. Mesmo que estes sejam ateus.

Aliás, contradizendo-me, acredito que ele não seja onipresente. Afinal, tem muita gente só neste mundo.

Aliás, acho que ele não tá aqui para fazer as coisas para a gente. Nós temos a vida, cabe-nos cuidar para que ela faça acontecer.

Isso ficou bonitinho!

Luzes eternas, meus amados!

Saint Hyoga

É, é Saint Seiya, mas como dizia o Saga, Hilda, Éris, Abel, Durval, Poseidon, Kanon, Hades, muito cavaleiros de Prata, Ouro, Deuses, etc:

Moooooooooorra, Seiya!

Não conheço ninguém que gosta do Cavaleiro de Pégasus. A não ser a Saori. E a Milo. E a Shina. E a Seika. O resto deseja que o Seiya MOOOOOOOOOOOORRA!

E que fofo! Acabei de ver o cavaleiro mula morrer! *___* Oh my, oh my, oh my god! OMG!

Está no YouTube as duas OVA’s da fase Campos Elísios da Saga Hades dos Cavaleiros do Zodíaco. E eu acabei de ver! Sem a professora perceber, é claro! De 1994 até o momento, só tinha visto: Saga Santuário, Saga Asgard, Saga Poseidon, OVA da Éris, OVA do Abel, OVA do Durval, Prólogo do Céu, Saga Hades Fase Santuário e morte dos Cavaleiros de Ouro na Fase Inferno.

E tinha gente que acreditou que Arquivo X era o pior que poderia vir de mim! Rrá!

Finalmente acostumei com a estética da Saga Hades. Era tão estranho ver a Fase Santuário, com todos seus belos efeitos! Afinal, Cavaleiros sempre foi um animê rústico mesmo, frame a frame. Era poético! Por isso, demorei para acostumar com a agilidade que o computador confere.

Mas tá da hora! Curti mesmo! Yeaaaaaah!!! O Seiya morreu!!!

Um mundo de luz para vocês!

Doce contabilidade

7 dias

5 bolos!

Luciana, a minha fã da Biblio

Moça da reitoria 1

Papai

Rafael

Moça da reitoria 2

Feliz Aniversário procêis!

Oh, sim! Adorei esse regime!

De nomes e perfumes

Diz Julieta que, se a rosa tivesse outro nome, não alteraria seu perfume.

Pois não é que o apelido/nome-de-guerra Apocrypha está tomando outros domínios que não o dá net? Há pessoas na faculdade que já me chamam assim.

Ante isso, há duas reações distintas e simultâneas: primeiro é o temor de que confundam-me com minha criatura (por uma pitada de acaso e outra de descuido, eis que a andarilha tem o mesmo nome que eu adotei), depois vem o encanto por perceberem e copiarem com esmero aquela complicada palavra depois do meu prenome no perfil do Orkut.

(nota: pastilhas Garoto de hortelã são piores que bis!)

Compreenda-me, na primeira reação houveram dois casos: um cômico e outro que causou-me este temor. Na segunda reação, nada além de um meio sorriso doce.

E, pelo temor, não custa nada escrever, de novo!

Mim ser diferente de Dna. Apocrypha Sem Origem! Há semelhanças, é óbvio! Pois ela é minha criatura, como um filho é semlhante ao seu progenitor, porém são seres distintos, por mais que a criatura revele-se em tinta, grafite e pixels de luz.

Mas, por favor, não entendam que me é ofensivo. Chamam-me como quiserem, o que importa é que minha essência, meu perfume não alterar-se-á! Trabalharei por isso.

Luzes eternas

Poema de corretores ortográficos

Hora rio
tempo que vai corrente, ininterruptível
Alegria aprisionada num momento

Encobre pedras, arrasta folhas
Dá lar e vida
Remexe fundos

Encobre semblantes, arrasta tristezas
Dá calor e vida
Remexe fundos

Purificam
Elevam
Arrastam

Notícias

Vejo meus feeds e me surpreendo com tanta coisa para se saber, se informar e dar atenção. A situação indígena, a lei do aborto, sobre liberdade na internet, grampos, o quanto a direita macula a esquerda contando e recontando fatos a seu bel prazer e interesse, o quanto a esquerda prefere ignorar tais acusações e agir onde importa (ou não). Filmes, peças de teatro, quadrinhos, música e tantas outras “nerd`s stuffs” culturais.

Depois vem os feeds da faculdade: informes sobre palestras, discussão sobre espaços de cultura tradicional e alternativa, encontro estudantil, matérias, trabalhos, periferia.

E as amigas e amigos! Mas seus blog têm poucos escritos, partem da premissa de uma imagem por mil palavras.

Bem, mas o e-mail reserva surpresas! “Seu texto recebeu um novo comentário”. Oito vezes a mesma mensagem. 71 votos de aprovação.

*___* Dá-lhe, andarilha!

E ela se torna algo a mais para se preocupar. Preocupar? Não, dar atenção. E isso, digo de antemão, não me é nenhum sacrifício.

Porém, sacrifica todas aquelas coisas tão importantes para meus parcos e gritantes feeds.
Mas quem são esses informes em binário para dizer o que é importante ou não?
Satisfazer-me é importante, informar-me é importante. Porém, não sou obrigada a saber de tudo.

Mas devo admitir que poucas coisas desejo tanto quanto reunir-me com os amigos! Conversar, conversar e conversar! Beber cerveja, jogar sinuca! Dançar!

E o mundo pode acabar, desde que não nos roubem estes preciosos momentos.

Desafio

Desafio-me, pois, a postar todos os dias. Simples demais, não? Desafio-me a escrever todos os dias. Ainda não está complicado o suficiente.
Portanto, escreverei todos os dias alguma coisa que preste, que alguém vá fazer algum uso, mesmo que o uso seja para mim.

Bem, mal comecei este desafio e o senti falho. Afinal, escrevi o parágrafo acima há mais de 24 horas. Na verdade, até escrevi e conclui um texto, mas este está no meu caderno e não virá para o blog. Apenas porque não quero digitá-lo. Ponto.

Eu comecei a escrever sobre a manhã de ontem. Era bela. Um sol cálido no céu azul. A presente tarde mostrou-se quente, porém já é refrescante, anunciando a noite nas sombras longas, no tom alaranjado da luz.

Mas desafiei-me a escrever simplesmente para tornar estas tardes um tanto úteis. Desperdiço-as demais na frente do computador somente para brincar no Orkut. Enfadonho e vazio. Então, se é para ficar no computador, que seja escrevendo, exercitando o cérebro na dissertação. Como eu fazia há tantos anos atrás.

Eu perdi um pouco deste prazer de escrever. Engraçado! É um meio pelo qual eu me expresso tão fácilmente e, de repente, ficou vazio no meio da futilidade. Escrevo sobre o que é fútil. Tendo tantas coisas sobre as quais discorrer.

Então, lanço-me neste desafio! Escrever, o que seja, bem e útil! E, para relembrar os bons tempos, segue abaixo uma música dos Bee Gees. “All of a sudden I saaaw a new mooorniiing…” E para quem não souber, “snoubnose” é um tipo de revolver. Só o Google para saber dessas coisas, hehehe.

“I went a long for the riiiiiiiiiiiiiiiiiiiide…”

Bee Gees – Saw a New Morning

All of a sudden I saw a new morning
I’m locked up I want to be free
Out in the courtyard and over the wall then
My friends are waiting for me

Sixteen people are waiting to get me
Hoping to take me outside
I hear the sound of the snubnose behind me
I went along for the ride

Wind in my face and my bones they are aching
My soul must weather the storm
I must run till my back it is breaking
Desp’ratly I must keep on

Sixteen people are waiting to get me
Hoping to take me outside
I hear the sound of the snubnose behind me
I went along for the ride

La…

All of a sudden I saw a new morning
I went along for the ride

All of a sudden I saw a new morning
All of a sudden I saw a new morning
All of a sudden I saw a new morning

I saw a new morning (repeat 3 more times )

Luzes eternas…

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