Categoria: Arquivo X


pós sgunda sessão…

Acho que o comentário abaixo, no blog do David Duchovny diz tudo. Não atentem-se aos erros de inglês, devem ter muitos, já que escrevi sem corrigir…

Whatever!

“So there it is… we count… and filled the cinemas…

what can I say? oh my, thank you!

It’s kind weird so much dedication to a serie, to a fiction… maybe if we spend our strenght in another stuff…

but we that are here made a choice… i never regret of this…

I didn’t see the movie the number of times that a wanted ou imagine, but still… Well, I don’t believe that the number of times makes me a better fan…but the way it move on me… and this second time makes me sad, with a understanding of what is the end. Will it be the end? Six years ago I thought this way…but my faith, my heart never forget. Never give up…

how i said before, its kind weird say or write words like these, but it doesn’t matter. Just because I fallen in love for this show and this show gave me a hole new world…

well, thanks David…and for the other guys too… thank you…

don’t forget us… i won’t forget you…”

Luzes eternas… e que se fodam aqueles que criticarem! Eu sou feliz, vão procurar suas felicidades ao invés de me encherem o saco!

Mas isto é só um aviso, uma precaução. Ninguém me encheu. Ainda.

nota mental

As marcas de expressão da Gillian Anderson e do David Duchovny provam que é possível viver sem plástica e permanecer bem. Discurso contrário ao que Hollywood e a Globo pregam.

Abaixo a indústria da plástica!

Luzes eternas…

Dead state I can feel the weight
Light streaming in throught the open grate
Tooth red score tearing up the floor
Out in the alley with the trigger draw
Numb hands I can see the strand
Hold it together with a severed band
Three lost years I´ve been crying here

I´m over,I´m over,I´m over, I´m broken
Strung out the wings of the dawn
Hole in the back soul in the storm
Torn down throught the cracks in the dark
We’re miles adrift
We’re inches apart
I’m hit I can feel the grit
Sat in the asher on the beaten brick
Tooth red main running throughthe vein
Out in the cente with a mirrored cane
Numb feet I can hear you speak
Hold it together with a severed streak
Three long years I’ve been crying here

I´m over,I´m over,I´m over, I´m broken
Strung out the wings of the dawn
Hole in the back soul in the storm
Torn down throught the cracks in the dark
We’re miles adrift
We’re inches apart
Stood up on the side of teh earth
Thrown back to the track to the dirt
Tooth red lose an hour a day
We’re miles adrift
We’re inches away

Strung out the wings of the dawn
Hole in the back soul in the storm
Torn down throught the cracks in the dark
We’re miles adrift
We’re inches apart
Stood up on the side of teh earth
Thrown back to the track to the dirt
Tooth red lose an hour a day
We’re miles adrift
We’re inches away

We’re miles adrift
We’re inches away

We’re miles adrift
We’re inches away

We’re miles adrift
We’re inches away

We’re miles adrift
We’re inches away

Hold it together
With a severed band
Can’t feel the blood

Fonte: http://br.youtube.com/watch?v=MhOltl0ZdZ4

Pois é, a mania freak vai demorar um pouquinho para passar. Quem for ver o filme do Arquivo X, fique até depois dos créditos! Além de ouvirem essa música e a versão remix do tema da série, há um pequeno easter egg gracioso.

Luzes eternas…

ps: ainda fico devendo a visão crítica do filme. Ops, ainda tô devendo a versão de coração. Tentemos, pois, um texto misto: subjetivo e crítico! Mas só depois que eu assiti-lo pela segunda vez.

The truth is out there

Crítica do Estadão

Crítica do Estadão. Nem vou comentar a superficiabilidade da revista Veja. Afe…

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080728/not_imp212950,0.php

Ainda dá pra acreditar em Arquivo X

“Agora que todo mundo já falou mal de Arquivo X – Eu Quero Acreditar, talvez seja a hora de lançar um outro olhar sobre o filme que estreou na sexta-feira e descobrir o que a nova investida do roteirista – e, desta vez, também diretor – Chris Carter pela saga dos agentes Fox Mulder e Dana Scully pode ter de interessante, e tem. Há exatamente dez anos, o primeiro filme, dirigido por Rob Bowman, foi um fiasco de público e crítica, decepcionando fãs de carteirinha e não atraindo novos espectadores para a mitologia da série, baseada na questão dos alienígenas. Em sucessivas entrevistas que você encontra na internet, o próprio Carter diz que foi bom poder desvincular o filme da obrigação de dar seqüência à série. Seu objetivo foi atualizar os personagens, mostrando que Mulder e Scully ainda têm o que dizer nos dias de hoje. E mais – tecer uma trama que tem menos a ver com ataques ou intervenções de extraterrestres do que com os abismos e labirintos da mente e da alma humanas.

Talvez uma segunda citação ao advérbio que indica possibilidade ou dúvida seja excessiva, mas será só uma forma de dizer que é bom deixar para ler o texto depois. Assim, o espectador pode ver o filme livre de influências e desfrutar as surpresas que a trama lhe reserva. O próprio Chris Carter, mesmo falando muito sobre Eu Quero Acreditar, guarda sigilo sobre o enredo, preferindo destacar os novos velhos dilemas de Mulder e Scully e a complexidade do relacionamento entre eles.

Na abertura do novo filme, uma agente do FBI desaparece, mas não se trata de uma abdução – deixe os ETs fora dessa – e sim, de um seqüestro. E não um seqüestro qualquer, desses pelos quais os criminosos pedem um resgate em dinheiro. O motivo atira aqui atira o fantástico de Arquivo X para o território do terror, pós Seven e pós-Albergue.

Existem dois elementos na trama – o desaparecimento da agente e a intervenção de um padre sensitivo, desses que possuem poderes sobrenaturais. É ele quem conduz as investigações da polícia, estabelecendo um elo com a lady que, como diria Alfred Hitchcock, ”vanished” (desapareceu). Mas a coisa não é tão simples e o padre é pedófilo como o assustado, frágil e, finalmente, extraordinário personagem do molestador que se automutila em Pecados Íntimos, de Todd Field. Mulder tenta acreditar nele, Scully o rejeita imediatamente, mas num determinado momento será ela a pedir a ajuda do padre. Os dois têm um diálogo forte. Scully emite um julgamento moral sobre ele. O ex-padre defende-se acusando Deus. A aberração do seu desejo é um tormento humano que o silêncio de Deus, como diria Ingmar Bergman, não atenua em nada.

Uma agente desaparecida e um ex-padre pedófilo. A descrença do FBI e a fratura do mundo pós-comunista, mais a dupla de heróis – Mulder vive recluso, Scully é médica e, neste momento, tem de lidar com o caso terminal de um garoto que sofre de uma doença rara. Para uma mãe que perdeu o próprio filho, o garoto deixa de ser simplesmente um paciente e vira um motivo de tormento, diferente – mas nem tanto – dos inconfessáveis desejos que consomem o ex-padre. Para ”contextualizar”, pode-se acrescentar que a trama lida com transplantes ilegais de órgãos e até mudança de sexo. O padre e a heroína divididos – pelo desejo, pela moral – têm tudo a ver com corpos dissecados e fragmentados. E existem cães – do inferno – que representam nisso tudo a erupção do instinto. No limite, é um filme sobre o conflito entre a barbárie e a civilização.

Os críticos gostam de dizer que Arquivo X foi pioneiro de Lost com suas tramas que o público adorava não entender. A série, basicamente, lidava com teorias conspiratórias. Eu Quero Acreditar, como o título indica, trata dos dilemas de consciência. Arquivo X foi ao ar entre 1993 e 2002. Carter, que a criou, disse que ela se tornou inviável após o 11 de Setembro, mas não foi somente o medo de ir contra o governo ou parecer subversivo que levou ao arquivamento. David Duchovny se desligou da série para tentar virar astro de cinema – não conseguiu. Entrou em seu lugar Robert Patrick, de O Exterminador do Futuro 2, na pele de outro agente. A química com Gillian Anderson, que sempre fez Scully, não funcionou e a série perdeu prestígio.

É outro aspecto curioso. A volta do personagem querendo acreditar é um pouco a de Duchovny, uma frase enigmática do ex-padre revela-se decisiva e se pode constatar também que Gillian é excelente atriz, melhor do que o colega, mas isso, francamente, Terence Davies já provara em A Essência da Paixão (The House of Mirth), quando fez dela uma ambivalente heroína de Edith Wharton.”

Posto que tive a sorte de conhecer a autora deste artigo, fica aí o registro de porque eu ainda consigo assistir Arquivo X. Valew Silvia!!!

Por Silvia Penhalbel, 23/01/2000

ARQUIVO X CRIANDO PROBLEMAS

Deste que me tornei fanática por Arquivo X – fato que ocorreu no episódio piloto – cheguei a ter alguns problemas com familiares e amigos por culpa deste fanatismo. Mas como sempre mantive minhas opiniões e nunca me preocupei com a opinião alheia eu consegui contornar este problema relativamente bem. Eu acredito que, desde que não se faça mal às pessoas à sua volta nem a si próprio, cada um pode e deve seguir suas convicções.

Muitos fãs me escrevem na Sci Fi News contando que são discriminados por serem eXcers fanáticos.

Este assunto já deu origem a uma matéria na Sci Fi onde eu incentivava meus colegas eXcers a lutarem pelo direito de serem fãs de um seriado americano de ficção e a não terem vergonha de expressarem seus sentimentos na frente de outras pessoas.

Felizmente, a maioria dos eXcers já se conscientizou de que ser fã de Arquivo X não é melhor nem pior do que ser torcedor de futebol, fã do Ratinho, ou das novelas mexicanas do SBT.

E estes eXcers já estão lutando para serem respeitados, o que é muito bom.

Ultimamente tenho me deparado com um outro tipo de problema enfrentado pela ala mais jovem de eXcers (atenção: a ala jovem é composta de garotos e garotas de 13 a 16 anos) que têm sido proibidos por seus pais de acompanhar o seriado.

A Andréa de Atibaia, uma freqüentadora deste site deixou uma mensagem no fórum, contando que sua mãe a proibiu de assistir o seriado (e eu que pensei que a idade das trevas já havia acabado).

Claro que sempre a primeira reação de qualquer eXcer é a indignação. E fica sempre aquele pensamento incômodo de que a referida mamãe só fez isso porque era Arquivo X. Se fosse a novela das oito que ela não deve perder nenhum capítulo, a Déia poderia assistir sem problemas. Claro, a novela é muito mais educativa que Arquivo X afinal em nosso seriado a protagonista não se casa com um homem grávida de outro depois foge com o pai de seu primeiro filho grávida de seu primeiro marido enquanto a primeira esposa do segundo marido da protagonista começa um caso com o primeiro marido da protagonista. Enquanto isso o ator coadjuvante monta a casa da amante ao mesmo tempo que a da noiva. Depois a amante larga o cara e se junta com o pai do primeiro marido da protagonista que larga a esposa para viver com a amante que largou o cara e por aí vai.

Depois de assistir a alguns capítulos de uma novela assim fica a pergunta: Será que Arquivo X faz tanto mal assim para a formação dos garotos e garotas de 14 a 16 anos?

Claro que depois da indignação vem a racionalidade: O que será que estes jovens estão fazendo para seus pais radicalizarem tanto o castigo?

Não é agradável mas também temos que pensar que os jovens podem estar extrapolando a liberdade que seus pais estão dando (se é que estão dando).

De qualquer jeito, é difícil para um leigo entender o quanto é desesperador para um eXcer perder uma fala que seja do episódio, quanto mais o episódio inteiro.

Eu me sinto solidária com a Andréa e com todos os adolescentes eXcers que passam por esta situação e nestes casos o melhor é manter a calma e tentar um diálogo.

Tente também se colocar no lugar de seus pais e analise se você não está fazendo alguma coisa que possa passar uma impressão errada para eles. Algo do tipo colar duas fitas adesivas em forma de X na janela de seu quarto ou dormir abraçada ao vidro que contém o feto alienígena ao invés do ursinho de pelúcia. Sabe, essas coisas podem assustar seus pais hehehe.

Além disso dê uma olhadinha na sua conta telefônica. Talvez você esteja gastando tempo demais na Internet (também com as colunistas do Márcio fazendo cada matéria enorme!).

Que tal tentar um acordo com seus pais: menos uma hora de Internet por cada episódio de AX (meia hora se for reprise).

Ei! Parece piada mas não é. Um acordo pacífico é muito melhor do que entrar em guerra com a turma que paga as contas em casa. E além disso, vale qualquer sacrifício para não perder Arquivo X (até melhorar as notas na escola este ano). Ou não vale?

Recado para as mães (mostrem para elas) – não é necessário devolver assinado -

Caras Mães: não pensem que somos um bando de moleques desocupados, hackers da internet ou membros de gangues que não têm o que fazer.

Somos homens e mulheres formados, trabalhadores que não bebem, não fumam e não usam drogas. Apenas somos amigos unidos por um objetivo comum: desfrutarmos de momentos de pura magia, sonho e emoção assistindo nosso seriado favorito: Arquivo X.

2 horas!

Faltam 2 horas para eu assistir o segundo filme do Arquivo X!!!!

Tô até de sobretudo, infelismente o tempo não colaborou e eis que estou com calor!

Luzes eternas… A Verdade Está Lá Fora… SEMPRE!!!

Widget

Preparação!!!

Faltam apenas 44 horas!!! Vamos lá pessoal!!! Para aquecer os motores!!!

Entrevista do Omelete com David Duchovny e Gillian Anderson: http://www.omelete.com.br/cine/100013965.aspx

Post do blog do Duchovny, “The Countdown”: http://duchovnyfiles.blogspot.com/

Luzes eternas… and X Files!!!!

Não bastasse o desejo imenso de ter o pôster, ter corrido Atibaia inteira para encontrá-lo, tê-lo em mãos com a oportunidade de ficar com ele para devolvê-lo…Ontem, pedi, roguei, implorei, rastejei no EIRPG (eu e o Petri) para conseguir um pôster…

E não é que eu consegui? ^___^

Agora, só para matar a vontade…

XUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUPA!!!!

Faltam 4 dias para a estréia do filme!

Luzes eternas…

Broken – Unkle

Hum, acho que essa mania histérica e freak de Arquivo X vai continuar por um tempo. E, aproveitando, finalmente consegui ver um episódio de House. E vi justamente o que ele vai ajudar um agente da CIA. Diálogo:
House: – Fique sabendo que eu não faço autópsia em aliens.
Doutora: – Não se preocupe. Os Arquivos X ficam no próximo prédio.

Tá bom então, né? Fica de sinal, hauhauhauhaua!
E, um dia qualquer, eu conseguirei reservar um tempinho para registrar criticamente o filme. Mas fica que eu achei sutil. Simples assim, como a vida deveria ser. Ok, poderia ter menos padres pedófilos e menos russos loucos, hehehe.
Segue, abaixo, a música que toca nos créditos.

Broken – Unkle (feat. Gavin Clark)

Dead state I can feel the weight
Light streaming in throught the open grate
Tooth red score tearing up the floor
Out in the alley with the trigger draw
Numb hands I can see the strand
Hold it together with a severed band
Three lost years I´ve been crying here

I´m over,I´m over,I´m over, I´m broken
Strung out the wings of the dawn
Hole in the back soul in the storm
Torn down throught the cracks in the dark
We’re miles adrift
We’re inches apart
I’m hit I can feel the grit
Sat in the asher on the beaten brick
Tooth red main running throughthe vein
Out in the cente with a mirrored cane
Numb feet I can hear you speak
Hold it together with a severed streak
Three long years I’ve been crying here

I´m over,I´m over,I´m over, I´m broken
Strung out the wings of the dawn
Hole in the back soul in the storm
Torn down throught the cracks in the dark
We’re miles adrift
We’re inches apart
Stood up on the side of the earth
Thrown back to the track to the dirt
Tooth red lose an hour a day
We’re miles adrift
We’re inches away

Strung out the wings of the dawn
Hole in the back soul in the storm
Torn down throught the cracks in the dark
We’re miles adrift
We’re inches apart
Stood up on the side of the earth
Thrown back to the track to the dirt
Tooth red lose an hour a day
We’re miles adrift
We’re inches away

We’re miles adrift
We’re inches away

We’re miles adrift
We’re inches away

We’re miles adrift
We’re inches away

We’re miles adrift
We’re inches away

Hold it together
With a severed band
Can’t feel the blood

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